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  O ATLÂNTICO É DEMASIADO PEQUENO

julho 03, 2008

Liga dos Campeões 2008/09

CLICAR PARA AMPLIAREntão como é? A selecção já foi feita? Quem entra e quem fica à porta da Liga?
Neste casa-descasa de (in)decisões parece que o FC Porto sempre fica na Liga dos Campeões. Ao que consta a coisa passou-se assim: antes a Comissão de Disciplina da Uefa proibiu a sua participação por alegado caso (ou confirmado já nem sabemos) de corrupção no futebol português, depois o Comité de Apelo admitiu os dragões, agora Guimarães e Benfica (partes interessadas na exclusão portista) apelaram desta mudança de parecer e a decisão parece que vai tardar.
Entretanto, como o a bola não pode parar e a Uefa quer dar uma imagem de organização de primeiro mundo o tiro de partida já foi dado com o sorteio da primeira e segunda pré-eliminatórias. Em 1 de Agosto será feito o sorteio da 3ª pré-eliminatória onde Guimarães deverá ser o representante português. A não ser que a Uefa, talvez o Comité de Apelo do Apelo, decida alguma coisa  e volte tudo à estaca zero no que toca à representação portuguesa.
Bom, ao que nos consta as coisas neste momento estão neste pé e assim devemos considerá-las: Porto e Sporting na Fase de Grupos e Guimarães a lutar por uma vaga nesta fase. Ao Benfica resta a esperança do apelo que, pasme-se, pode  ser só resolvido lá mais para a frente com a prova já a decorrer. Agora imagine-se o inusitado de o FC Porto ser expulso da prova estando a fazer um brilhante percurso (virão acusações de perseguição e etc) ou ser castigado com exclusão no próximo ano... e se porventura se sagra campeão nesta época? Campeão em prova onde não deveria ter entrado? Afinal não é só o futebol português que está podre, o da Uefa também cheira bem mal.
Bom... esteja quem estiver nós por cá estaremos a dar o nosso apoio porque fora de portas torcemos por qualquer equipa portuguesa, com certeza.

Fotografia

PhotobucketFotografia é nome de dossier que temos no arquivo PPS&VÍDEO hospedado no esnips. De construção nem sempre fácil já que muitas das vezes não sabemos que apresentações  lá colocar (basta lembrar que por exemplo temos também um dossier Natureza em que muitos dos PPS são fotos) o dossier lá vai crescendo graças, claro, aos inúmeros documentos que os amigos nos enviam. Esclarecido que a catalogação no nosso arquivo nem sempre obedece às regras mais satisfatórias e que às vezes até é acompanhada de uma certa bagunça anunciamos-vos duas apresentações de slides que não nos chegaram há muito e que nos agradaram bastante.
Uma delas que tem por título CORES DO MUNDO e é soberbamente apresentada pelo expressivo olhar (e sorriso) da menina, revela-nos, para além de cores, rostos do mundo em poses maravilhosas. A segunda a que nós
Photobucketpróprios demos título de A NATUREZA E A IMAGINAÇÃO HUMANA (muitas das vezes procedemos a um "arranjinho") mostra-nos fotografias em que o retratado apresenta alguma semelhança com seres palpáveis ou com aquilo que a nossa imaginação cria (muitas das vezes por sugestão de terceiros)... é o caso de deus Neptuno a descansar numa escarpa da Ilha do Faial no Arquipélago dos Açores que podemos ver numa das fotos miniaturas com que embelezamos esta entrada.
Para aqueles em que o tempo sobeja e necessitam de uns bons momentos de relaxe nada melhor então que uma visita a este "nosso espaço" onde a delícia de olhos e ouvidos está garantida.

Irritando a Maria

PhotobucketOntem, Quarta-feira 2, foi dia de irmos ao Hospital. Fazer um Raio X em rotina anual. Tal como os gaiteiros que vão de véspera para anunciar a festa também a espertina me atacou bem cedo. Ainda não eram 5 horas já o silêncio da noite ouvia os estrondos das pedras do teclado rangendo à pressão dos meus dedos. Pelas 6:30 horas e mais uns minutinhos acordei a Maria. Enquanto ela foi tomar banho eu apetrechei a cachorra e preparámo-nos para o habitual passeio higiénico. Era já dia. Deveriam faltar uns cinco minutos para as 7 da matina. De sacola plástica no bolso das calças fato-de-treino, de abrigo como por aqui se diz, abri a porta da rua mas a "4 patas" ficou queda. Não se agitava de contentamento como era habitual. Estranho. Parecia que a vontade motora estava enguiçada e não dava o arranque. Grunhia, com grunhidinhos que a Maria diz serem de choro apesar de eu me perguntar sempre se um cão chora. Algo de anormal, de muito grave, teria que estar a passar-se para a cachorra  se recusar a sair e antes dar a entender que queria subir novamente no sofá onde lhe tinha colocado a coleira e acessórios. Bom, lá diz o povo que o "material" tem sempre razão e não é que eu tinha colocado mal os arreios? Espertalhaça esta minha Piruças. Afinal não tem ervilha, não, como eu pensava. Tem um cérebro e ainda bem activo, pelos vistos.
Fosse por ausência de vontade ou falta de necessidade, os odores matinais e de outros caninos não despertaram na Piruças o desejo de me presentearem com o habitual "presente". Estranho, quiçá reflexo da saída atribulada que tivemos. Agradeci-lhe.
Enquanto a Maria se trocava, como por aqui é conhecido o luso arranjar ou vestir e que da parte deste beirão sempre em meia loucura é ditote bastas vezes sujeito a trocadilho,  fui ao banho. Rápido como sempre e desta vez bem necessário porque já lutava contra o relógio e convenhamos que com banho de poucos minutos até se vai em favor do Ambiente e contra a "conta de luz" já que o chuveiro é eléctrico.
Arranjei-me (ou troquei-me, se quiserem) num ápice, fechei janelas e persianas e entrei no sacro período da espera. Eram quase 8 horas e abri a porta da rua. Estava mais que pronto e afogueado para pôr pés a caminho. Ouvia a Maria lá pelo banheiro talvez ainda às voltas com o cabelo ou a dar os últimos retoques. Afinal, mulher é igual em todas as latitudes e longitudes. O dito Raio X estava programado para as 8:55 e mesmo sendo eu sabedor que as horas de marcação num serviço público de saúde não são de levar muito em conta, não gosto de chegar atrasado. Além do mais ainda nos esperava o trânsito. Quase sempre infernal. Bufando, fui espreitar à casa de banho e de rompante o afamado beirão meio louco e já citado não se conteve a evocar a piada do  alentejano:
Maria porqué que pintas os bêços?
Ora, p'ra ficar mais bonita...
Atão porqué que na ficas?

Ai... ai... o que fui eu dizer... e só quando a agarrei pela cintura para a ajudar a subir no ônibus da Linha 6232 - Barra Funda é que os lábios vermelhuscos voltaram a entreabrir-se livre e francamente.
De resto, correu tudo bem, tão bem que eram 11 horas e mais uns trocados quando já estávamos de regresso e a fazer uma festa à Piruças que, como habitualmente, estava a fazer um chinfrim do cacete por se ver sozinha.

julho 01, 2008

Pai-urso

PhotobucketEstá claro que a esmagadora maioria dos amigos e amigas, mais estas, da minha geração vão-me dizer que se trata de uma mãe ursa a acarinhar a sua cria.
Assim nos era incutido antigamente, que o carinho era tarefa da mãe e que o pai, embora eventualmente desejasse revelar esse carinho, teria que se mostrar inflexível visto que tais mimices poderiam ser sinónimo de fraqueza que levaria à perda da autoridade perante os filhos. Assim fomos criados.
Mudaram os ventos e chegaram os tempos de partilha e suavemente a sociedade começou a ver o pai orgulhoso com o seu rebento ao colo e a ouvi-lo, livre de preconceitos, que lá em casa até mudava a fralda borrada ao filho e lhe dava banho, afinal partilha de tarefas e carinho mais que justa já que o fruto não é de uma árvore só, embora a Justiça maníaca por artigos e leis e cega e fria de amor (não consta que tenha tido filhos), nem sempre o consiga assim entender e, em prol do fruto (diz essa mesma Justiça) castra cerce sem dó nem piedade uma das árvores dando-lhe como esmola um ou outro Natal, mais uma Páscoa e uns almoços em fins-de-semana alternados... felizmente para um pai tudo é superado quando a mentalidade (e o amor) de um filho adulto (já livre da tutela da Justiça) supera todas as leis e artigos dos códigos.
Bem, parece que lá me desviei mais uma vez do que me propunha e peço-vos desculpas por isso, pelo desabafo, caros amigos e amigas (a ti também filha) mas era hora de tirar este espinho que andava encravado por aqui na mente a fazer-me mossa, apesar de que, confesso, fui um privilegiado que não sofreu muito com as regras impostas e decretadas pela mulher-juiz muito graças à tolerância da mulher-mãe... honras lhe sejam prestadas.
Ah... o pai-urso. O título, o mote. O pai-urso nasceu por terras do Douro, mais propriamente em Cinfães, quando o pai teve o "azar" de comprar um urso de peluche (pelúcia), que tinha entre braços um ursinho, para oferecer à filha que  foi lá passar uns dias de férias. Aproveitando-se da inocência dos 6/7 anos da filha, um colega do pai (o grande camarada Raúl) tratou de fazer o baptismo e eis-me aqui quase vinte anos depois a recordar o episódio, a perguntar-me se o boneco ainda existe e a convidar-vos a comemorar comigo esta bela recordação apreciando uma maravilhosa apresentação de slides em PowerPoint retratando a NATUREZA onde uma das vedetas é o terno pai-urso, e sua filha, que vedes na imagem.

junho 30, 2008

A opinião de Lara Guina


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* Transtornos emocionais que se reflectem na escola
A escola oferece um ambiente propício para a avaliação emocional das crianças e adolescentes por ser um espaço social relativamente fechado, intermediário entre a família e a sociedade. [continuar a ler]


Nicotina e cancro

Photobucket(desde Abril que anda por aqui perdida)

Entrada exclusiva para fumadores (fumantes) e filhos destes independentemente de carregarem com o vício ou não e colocada tendo por base o sacro princípio: olha pro que eu digo e não vejas o que eu faço.

Porque alguns fumantes têm câncer de pulmão - enquanto outros são poupados
O gene da dependência de nicotina também pode aumentar a susceptibilidade ao câncer
... LER ARTIGO

Entrada que leva também pedido para os não fumadores: não se torna absolutamente necessário discriminar os fumadores para fazerem prevalecer os seus pontos de vista e atentem que deixar de fumar não é tão simples quanto se diz, mesmo que tal seja dito pelos ex-fumadores... cada caso será um caso e por favor não façam comentários abstractos sobre a treta da mente forte ou fraca.