... e mesmo que não haja uma garrafita borbulhante de Murganheira para fazer o tradicional pum, não deixe o estimado leitor de assinar aquele mágico intervalo em que o velho último segundo se vai e o primeiro do Novo Ano aparece: abrace e beije quem lhe estiver mais à mão desejando-lhe um Feliz 2008 e nem se intimide se for a sogra porque afinal até é ela que mais nos apaparica, que prepara as comidinhas gostosas e até atura os rebentos... não é ela também mãe dos nossos filhos?
Tudo de bom para vós neste 2008 quase a nascer e que terá a particularidade de nos oferecer mais um dia de vida, em Fevereiro. Nervosos e em ansiedade, fumando e errando pela sala de espera da imaginação, resta esclarecer que esta incursão a outros tempos, ao tempo das avós (em imperativa homenagem, tardia mas sempre a tempo) se prende com outro parto, este bem mais difícil e que temos em mãos: a de um esparregado que teima em não querer ser tão saboroso e nem famoso quanto o da avó da filha.
Ao contrário do
que se possa pensar a maior parte das vezes são sinónimo de afabilidade e
meiguice, pecando talvez por não saberem controlar lá muito bem a força que
possuem, mas como não são racionais merecem ser desculpados e antes
responsabilizar os seus educadores/tratadores pelos erros cometidos.
O da direita
está prestes a ser avaliado em concurso e adora passear de automóvel com a cabeça
de fora, segundo diz a proprietária que pelos vistos pode estar bem sossegada da vida
quanto a tentativas de aproximações menos correctas da parte de estranhos e se
marido houver que se cuide também. Vive nos EUA e porta nome apropriado...
Bentley.
Quanto ao da
esquerda, aparentemente mais pachorrento, não sabemos a sua nacionalidade ou
residência e nem o que faz por ali. Passeando, talvez. A
informação que nos chegou via e-mail é que é da raça English Mastiff e que dá pelo nome de
Hércules, não focando nós mais nada já que o nome fala por si.
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Agora a questão que se coloca, quiçá desafio, é adivinharmos qual deles é realmente o maior. O grande. O Kan. Se o Hércules se o Bentley. Como sugestão aconselhamos clicar em primeiro lugar na foto do americano e só depois fazer a visitinha ao Hércules.
:: Qual será o feminino de peixe-boi? [clicar numa das alternativas]
:: Embora talvez outras situações possam haver qual será o maior número conhecido de vogais consecutivas numa palavra da Língua Portuguesa? [clicar numa das alternativas e procurar na letra P]
:: A função do apóstrofo: a que realmente é e aquela outra na perspectiva de alguém muito distraído
:: Redacção ou composição de uma aluna da cadeira de Gramática na Faculdade de Letras
Após
a leitura deste primeiro parágrafo o título até poderá parecer completamente
descabido, já que de Natal nada tem porque o acontecimento se passou em Abril e
milagre também não pode ser considerado já que a Medicina o explica facilmente
e, apoiada pelas modernas técnicas actuais, permite a separação de dois
irmãos (gémeos) que por um pequeno embaraço na embriogénese vieram ao mundo
ligados literal e umbilicalmente, não implicando necessariamente que fosse pela
região umbilical.
No entanto se
atentarmos bem na enorme felicidade estampada no sorriso orelha a orelha da mãe
das duas meninas gémeas ex-xifópagas então sim estamos completamente convencidos
que para ela é um milagre, o maior dos milagres talvez, e para si será Milagre
de Natal porque pela primeira vez poderá ver cada uma das filhas ir buscar o
presente à Árvore de forma independente. Cremos ainda que a sua Fé já lho tinha
dito se
atentarmos no reconhecimento patenteado nos nomes escolhidos para as meninas:
(Vitória) Aparecida e (Mariana de) Fátima.
Felicidades
para as três.
(será sempre e quando o quisermos)
Porque é Natal,
o moleque teria recebido como presente uma árvore. Corre entusiasmado
provavelmente para casa onde muito provavelmente ela ficará tão nua de
ornamentos quanto o seu estômago já que estamos em plena África em região onde a
fome grassa.
Diz-nos a foto em legenda que é uma rua ou avenida de Harare,
capital do
Zimbabwe, um país que já fez parte da Rodésia, uma antiga colónia
britânica rica em ouro e reivindicada por Portugal, mas que o célebre
ultimato
inglês nos fez recuar provocando no entanto uma onda de revolta e sentimento
anti-britânico (contra os bretões, marchar marchar) que deu força ao movimento
republicano que nesta altura (1890) já andava na forja e que eclodiu em 1910, 5
de Outubro.
Ao menino
enviamos o agradecimento por nos ter permitido fazer história e
também o desejo de que nos tivéssemos equivocado na análise inicial muito
esperançados que mesmo com árvore nua o seu estômago tenha recebido
agasalho suficiente para viver o Natal.
Bem a tempo
porque afinal é Natal e tudo é desculpável.
Diz que se
chama Blitzen e que tem sete anos. É nem mais nem menos que a rena
encarregada de distribuir os presentes que temos alojados no nosso esnips...
façam favor de se servir.
Rezam os pergaminhos que tudo teria começado há dois mil e tal anos em Belém na Cisjordânia, território palestiniano/palestino ocupado actualmente por Israel.
Aqui vemos a hitórica Belém [clicar na imagem] cada vez mais dividida e murada agora também por um muro físico de betão ou concreto que apropriadamente deveria passar a ser chamado de Muro de Berlém.
O
cérebro de galinha é célebre. Não pelo seu desenvolvimento, claro. Dizem que não
chega a ser do tamanho de uma ervilha e atendendo à fama de que goza
até acreditamos que, para a galinha, sê-lo ou não desse tamanho ou mesmo tê-lo ou não ter não
será propriamente questão.
Sendo assim e
se a galinha é assim tão estúpida, com autêntico cérebro de galinha, que quererá
aí essa criatura de galinha ao alto? Enfiar-lhe o dedo pelos olhos adentro não
será certamente. Mostrar à vasta plateia que afinal as galinhas não serão assim
tão estúpidas e até conseguem ensaiar uma sequência numeral? Não acreditamos,
galinha é estúpida mesmo.
Reparem bem na foto, na galinha. Ampliem com um clique e
observem melhor. Não vos faz impressão o olhar tão
fixo do galináceo? Não vos parece que a galinha estará mais encantada que as
cobras indianas que apesar de surdas erguem a cabeça ao som da música? É mesmo
isso... encantada, viajando por esse mundo afora, talvez. Quem sabe se não se
estará a imaginar ave de rapina de grande porte esvoaçando pelo alto das mais
elevadas montanhas e com vontade de dilacerar o dedo ao seu antagonista? Só que
não pode, porque está em transe... hipnotizada.
É, é verdade.
Apostamos que está. E não é tarefa tão difícil como se possa pensar, porque
afinal e certamente por causa do tal cérebro de galinha, os nossos amigos de
duas patas são os animais mais fáceis de hipnotizar. Diz quem sabe. E até
estamos à vontade de afirmar que é pela galinha que o aprendiz da arte de
colocar a dormir o parceiro tem de obrigatoriamente começar, treinar bastante
com ela até dominar a técnica e só depois, muito depois, chegar ao homem.
Verdade e quem tenta fazer atalho pode muito bem meter-se em grande trabalho.
Bom, mas a
galinha não está aqui a provocar as vossas gustativas nem a fazer honras ao
mestre professor em aula de hipnotismo lá pelo oriente, na China, ela está aqui a lançar
um desafio. Desafio que julgamos não ser muito difícil, talvez custoso de
começar apenas, mas não se pense que este desafio é para qualquer um já que ele
vai bem direccionado para um amigo que até nos lê e que aquando da sua passagem
por terras africanas foi considerado como que uma divindade à custa das
galinhas.
Não será muito
difícil de perceber as razões, não é verdade?
Que venha daí a
crónica caro amigo.
Esta é uma
daquelas situações em que se pode aplicar a mais optimista e quiçá também mais
eloquente das expressões que constam dos calhamaços da sabedoria popular:
tiveste sorte, podia ser pior.
Já passámos por isso quando em 1998 ao saltarmos
atleticamente uma corrente de ferro elevada aí uns 40 centímetros do solo
saboreámos o pó. Bom, o pó como quem diz já que o chão era coberto de duro
cimento/concreto e o resultado foi uma fractura no membro superior a nível do
cotovelo (mais precisamente no
olecrâneo/olecrano do osso cúbito ou ulna do
antebraço esquerdo).
– Eh pá, que foi isso?... partiste o braço?... como é que
aconteceu?
E eu, pela enésima vez lá conseguia arranjar/arrumar pachorra para
explicar mais ou menos o tombo perguntando-me mais uma vez porque ninguém se
interessava se tinha dores, por exemplo.
– Vá lá, podia ser pior...
– ...
é
– Uns centímetros mais e podias ficar com o cotovelo inutilizado...
– ... é
mesmo
– No meio disto
tudo até tiveste sorte, se fosse o direito...
– É, sorte do caraças (ou do
cacete, como por aqui se diz) andar com o braço pendurado ao pescoço, limitado de
movimentos e a calçar as meias com o calcanhar virado para a frente...
– ...
mas olha que era bem pior se tivesse sido um pé ou uma perna... tinhas que andar de muletas...
– ... ou de cadeira de rodas...
– ... eia... nem tanto...
– ... é... há
quem desloque uma vértebra por menos... ficar paraplégico...
– ... exagerado...
– ... eu?
Realmente
perante a calamidade temos sempre sorte, porque a mente humana pródiga em
imaginação lá consegue amenizar o azar de terem ido os anéis por terem ficado os
dedos. Vejam lá que até na morte, o mal sem cura, a voz do povo é douta e benta
procurando suavizar-nos a dor:
– ... coitado, pelo menos não sofreu...
–
... é, mas
partiu...
– ... todos temos que ir um dia...
– ... é, mas ninguém quer tomar a
dianteira...
– ... chato, sempre do contra...
– ... eu?
Realmente
partir sem dor será o mal menor já que do verdadeiro mal não se pode fugir.
Bom, mas ao
levarmos a conversa para o nosso cúbito fracturado e da sorte que tivemos por não
ter sido também o rádio, o úmero ou todo o membro, pelo menos, desviámo-nos daquilo
a que nos propúnhamos: a de noticiar a sorte que esse
carapau teve em escapar de
ser
enlatado e assim partir entalado para o outro mundo.
Podia ser bem pior, pá, tiveste
sorte...
Neblina como isco porque assim talvez os técnicos da EDP apareçam numa manhã qualquer e coloquem luz nos candeeiros da minha rua podendo aproveitar para comunicar às chefias o baixo estado em que se encontra a albufeira.
Dada a neblina
deve ser manhã e quase que aposto que deve ter sido um daqueles dias em que o
Sol tardou a aparecer ou na volta até nem pôs os pés na minha santa terrinha. Já
não me lembro lá muito bem dos tempos de adolescência, mas há quem diga que a
neblina se tornou mais constante e mais intensa com a construção da Barragem por
aumento astronómico da bacia hidrográfica na região. Acredito que sim, que
realmente a neblina seja provocada pelas águas da imensa albufeira da Aguieira,
mas que curiosamente vemos aqui em nível tão baixo que até me faz lembrar o Dão
de outros tempos quando serpenteava livremente entre paredes carregadas de
verde. Eram os tempos dos mergulhos na Lajoeira e no Vento (poço) à procura do
raminho, das merendas
ao final da tarde e dos penedos vestidos de roupa lavada a secar. De fazer
inveja aos mais novos, diga-se de passagem mas também para lhes lembrar que o
progresso por vezes rouba muita coisa boa. De levar em conta.
Segundo li é
de estranhar que em ano que nem foi de seca as águas se apresentem tão abaixo do seu normal
e segundo me contaram existem pontos do rio, como na Póvoa João Dias, em que a
travessia pedra ante pedra se está a tornar possível [obervem aqui algumas fotos,
belas, releve-se]. E se este espectáculo inesperado e belo é digno de ser
apreciado (que de certeza será tema de conversas que porão à prova as memórias
guardadas nas gavetas da nostalgia) ele acarreta preocupação já
que leva o Instituto da Água a tomar atitudes preventivas na produção de energia eléctrica pela Barragem da Aguieira assim como no abastecimento de água às
populações, nomeadamente dos concelhos de Mortágua e Santa Comba Dão. Como é lógico,
não se fizeram esperar protesto e acusações que apesar de não comentarmos (a
distância é sempre óbice) é para lá que
vos encaminhamos.
Bom, não era bem este o propósito da entrada, de falar de coisas menos boas, mas acho que ainda estou a tempo de a salvar se vos pedir um pouco de atenção para a foto que publico e que retrata a imagem de um observador colocado num dos mais belos locais da minha cidade, o Outeirinho que me viu crescer e que tem o condão de deliciar o visitante com panorâmica que não cansa e que é recheada de pormenores ímpares. Inevitavelmente a foto deve sofrer um clique para ser apreciada de forma ampliada que desta vez não está hospedada nos nossos habituais sítios e sim em página de uma nossa amiga conterrânea que rumou há uns anos para as bandas da capital do país. Refira-se que aquela dita página se encontra alojada em espaço, o Hi5, onde o Voz também tem o seu cantinho. É um local de confraternização onde pessoas de todo o mundo se podem dar ao conhecimento e muito útil principalmente para as gentes que andam desencontradas de muitas outras suas conhecidas por via do destino ou do oceano, como é o meu caso. Não imune aos aproveitamentos perniciosos de alguns oportunistas creio que com a tomada de alguns cuidados básicos como evitar a exposição pormenorizada de dados pessoais e fotos comprometedoras (principalmente pelos mais novos) é espaço a não temer e atrevo-me até a convidar em desafio a malta que me possa estar a ler.
A exposição já vai longa. Em voz alta digo que me senti bem em viajar até esse lado nesta manhã que está a nascer ventosa e dou-me por feliz por ter tido o privilégio de recordar o Dão e saciar-me com o meu Outeirinho, mas num repente o meu espírito ficou triste e desolado não conseguindo entender como é possível a minha rua estar sem iluminação exterior há dois meses. Assim o li no Defesa (ele que continua a driblar tudo e todos e cá vai chegando) e fiquei abismado. Deduzindo que foi feita a respectiva participação à empresa fico receoso se a Electricidade de Portugal estará a ficar arruinada ou então apenas interessada nos investimentos que tem por aqui no Brasil... de qualquer modo penso que uma insistência diária persistente e massacradora já devia ter resolvido o problema. Palavra de chato.
Apesar da falta
de frio nesta altura do ano, eles os
pais natais ou papais-noéis (nesta colocação bem mais a propósito) também marcam presença por aqui pela enorme urbe.
Cada um deles pretende
representar o famoso bom velhinho de longas barbas brancas e de vermelho vestido
que segundo a lenda distribui presentes ou prendas na noite de Natal: o Papai Noel ou Pai Natal. É saudável de registar que ao
contrário de muita boa gente bem menos ilustre, mas que se julga celebridade,
as respeitáveis personagens não têm o mínimo problema em viajar de metropolitano (por terras lusas
abreviado para metro e por aqui para metrô). Habituados que estamos a nos
movimentarmos nos transportes públicos virá bem a propósito assinalar que o
metro/metrô será o transporte mais rápido e onde o viajante/utente se sente em
tranquilidade, exceptuando eventuais pontualidades que nunca encontrámos, só
pecando pela reduzida extensão... comparada com a grandeza da cidade, claro.
Dizem
que a Fé move montanhas e que todo o Homem necessita de ter fé. Assinale-se, no
enteanto, que
fé é sinónimo de crença (acreditar), mas não obrigatoriamente religiosa.
Quando
essa fé é dirigida a um deus ou divindade escreve-se com maiúscula, por respeito, mas pode-se
ter fé na mais mirabolante das coisas ou pessoas.
Não pretendemos discutir aqui
a temática e apenas assinalarmos que Voz do Seven, independentemente da
sua fé, respeita toda e qualquer Fé.
A imagem leva-nos a soberba manifestação de
Fé de peregrinos muçulmanos em Meca.
Nota introdutória (afinal post-scriptum colocado no início) – fica o aviso de que nos perdemos completamente na prosa já que a ideia era apenas apresentar o Dicionário Michaelis da Língua Portuguesa usado deste lado do Atlântico (ligação na imagem e também no item Língua Portuguesa na coluna dos links na Casa-Mãe) sendo servido como aperitivo um anúncio comercial em que Felipão é a estrela e onde fala das diferenças vocabulares entre as duas Nações, mas acabámos por centralizar a acção num gajo que andava a pedi-las há muito. É... passámo-nos dos carretos como se diz na santa terrinha, afinal expressão que também merece alusão da parte do tal gajo.
A conversa já teve lugar há meses. Provavelmente aconteceu a um Domingo
visto que é fim-de-semana e é um daqueles dias em que os impulsos ou pulsos são mais baratos ou talvez
tenham um período de tempo mais vasto e se
num
dos extremos do fio, da banda di lá, estava a filha curiosa e ávida em saber
tudo o que se relaciona com o pai, este do lado di cá escutava-a
atentamente, embevecido e
feliz procurando satisfazer todas as interrogações da menina.
– Pai, por aí atacadores
são cadarços, né?
– É, é isso mesmo. Já andas a preparar-te para a travessia do Atlântico?
–
Népias. Tem calma, talvez para o ano. E como é que se diz matraquilhos?
– ... me pegaste... não sei... fico-te a dever essa...
–
Quê? Ena, parece que o meu paizinho está a mudar a linguagem...
– (sorrindo) Não sei
como se diz, não e se queres que te diga nunca vi por aí uma mesa de matrecos...
(pebolim, diz a companheira)
–
Olha, assopraram-me ao ouvido que é pebolim
– Pebolim... pebolim ou pimbolim, parece que o Felipão diz pimbolim.
– Felipão?
– Sim no
anúncio
da Caixa
– Ena, esse gajo
ainda um dia chega a ministro...
Bom que chegue ou não, não interessa e afinal que problema haveria se Portugal tivesse um ministro nascido no Brasil? O Brasil tem um nascido em Portugal, o da Saúde, e nunca ouvimos por aqui lamentos, sobre a sua nacionalidade claro está. Virá a propósito lembrar que Portugal já teve um Presidente da República, Bernardino Machado, nascido no Rio de Janeiro e em caso bem mais recente lembremo-nos de uma célebre Presidente de Câmara que se serviu da sua condição de nascida também no Rio para lá se asilar durante uns tempos até as águas serenarem por Felgueiras.
Apesar de nos
termos desviado um pouco da conversa dará para perceber que a nossa intenção não
era propriamente falar de Felipão ou de ministros e sim dos diferentes termos
vocabulares entre os dois lados do Atlântico. Diferenças essas que são aqui
apontadas apenas por curiosidade e jamais com o intuito de nos estarmos a
preparar para lançar dicionário tradutor à semelhança de douto senhor que para
ganhar uns cobres resolveu um dia publicar o
Shifaizfavoire (não imaginávamos
que era assim que dizíamos em Portugal) e que foi uma tentativa bem falhada de
ser guia de conversação entre as duas formas da Língua separadas pelo Atlântico.
Cremos que Mário Prata, é o gajo, jamais terá vendido um exemplar a Felipão ou a
qualquer
futebolista ou trabalhador brasileiro (precisará dele para quê?) que nos
tempos actuais ruma a Portugal à procura da sorte e o seu livro (pleno de erros
de construção frásica, assinale-se) não será mais que um pasquim para ser declamado em
serões de xenófobos pseudo-elitistas em que a "piada de português" será a
mestre-sala. Sinceramente que ao tomar contacto com certos vocábulos do livro
até nos julgamos estrangeiros dentro da nossa própria Língua e registe-se que
primamos por desenvolver o conhecimento dos vários termos usados para um dado
ser ou ente nas diversas regiões do pequeno Portugal. O livro, afinal um
catálogo de termos, é omisso em muitos casos e noutros mente. Se
propositadamente ou por ignorância não podemos ajuizar. Talvez as tascas do
Bairro Alto estejam bem mais dentro. Nem tudo é mau, claro, e muitos termos, muitos
mesmo, e respectiva explicação estão absolutamente correctos. Assim, tudo correria bem e não
descarregaríamos a raiva, como por aqui se diz, se não houvessem comentários
pejorativos, estúpidos e desnecessários (com que autoridade esse gajo me chama
de "feliz sofredor", por exemplo?) de um escriba a necessitar de olhar para
dentro e que ainda se atreve a intitular-se de descendente de português...
inevitavelmente se deve colocar a questão se o ADN ainda estaria dentro do prazo de
validade.
Em fim de papo e mais que não seja que este texto lhe sirva, ao tipo, para acrescentar umas pérolas à trampa que compilou.
Sem fios nem cordas e nada por baixo... apenas uma mente bastante poderosa... poderosa e imaginativa.
Levitar
é inspirador, dizia o nosso Ramana.
Mas em verdade talvez quisesse dizer que é
tudo fruto de
uma grande inspiração imaginativa.
Sabem de quem estamos a falar, não? De um
holandês que se colocou em frente à Casa Branca em Washington de pernas cruzadas
acima do solo e apenas amparado pela mão esquerda agarrada a um cajado. Dizia
ele que estava a
levitar em protesto.
Levitar uma
ova, seu vigarista. O programa Fantástico da TvGlobo descobriu-te a careca que
tens sob a farta cabeleira da treta.
Ora vejam aí o
vídeo.
Sinceramente que gostámos desta iluminação natalícia (natalina) no Parque Ibirapuera em S. Paulo. Talvez por uma menor artificialidade, quem sabe? Ou talvez porque se aproxima mais um pouco da "nossa árvore" que continua despida de esperança em um mundo melhor, mais solidário.
Mas de maneira
alguma queremos deixar de vos alertar que o Natal é para ser dividido,
compartilhado melhor dizendo, e que nesta
Quadra Festiva devemos igualmente
fazer uma reflexão do que realmente se passa ao nosso redor, de tomar
consciência das injustiças, das desigualdades e do sofrimento do nosso
semelhante.
Ah, a foto leva-nos a álbum
de fotos retratando algumas ruas da cidade que já se encontram iluminadas.
O
autor assim lhe chamou, apesar de não nos apercebermos do tradicional raminho de
oliveira no bico.
Certamente que a sua principal intenção foi colocar irmãmente
lado a lado todas as nações do mundo independentemente das suas crenças
religiosas e políticas, etnias e rendimentos de produção, construindo como que
um globo sob a forma de Pomba, a ave por excelência ligada à Paz.
Sabemos que devíamos ter guardado o endereço, mas penalizamo-nos por já não sabermos o local onde avistámos a pomba que como vemos
é construída por bandeiras de alguns países do mundo e cuja
disposição nos revela coincidências deveras curiosas não sabendo nós se por
intenção clara do autor.
A situação mais
harmoniosa, e claro aquela de que logo nos apercebemos, é a disposição lado a
lado das duas pátrias lusófonas que nos ocupam as entranhas. Elas ajudam a
construir o soberbo peito da ave e apartando a importância de cada uma das
partes de um organismo sabemos nós que peito é sinónimo de coragem, alma.
Mas um olhar
mais atento levou-nos a deparar com duas situações deveras caricatas:
Uma delas é a
colocação de uma bandeira árabe entre a da França e a de Israel. Se o
lado-a-lado entre árabes e judeus é mensagem que deveria ser seguida por ambas
as partes e transformada em mãos-dadas já o tête-a-tête com os franceses nos
parece deveras irónico sabendo nós os problemas que a pátria de Victor Hugo
enfrenta actual e principalmente com os filhos dos emigrantes árabes que embora
muçulmanos por cultura muitos serão tão franceses quanto os descendentes dos
ancestrais gauleses. As três bandeiras estão alinhadas logo abaixo da asa.
A segunda
situação coloca-nos em união vertical Cuba de Fidel com a Venezuela de Chávez
que tem do seu lado os Estados Unidos de Bush. As bandeirinhas ocupam parte da
asa e todo o mundo deve calcular quem é que desejava bater asa dali.
Pronto... e chegámos ao fim da brincadeirinha das bandeiras em perfeita Paz que, convenhamos, deveria ser copiada e seguida por cada uma delas.
À primeira
vista até parece que a menina está a distribuir kits ou
estojos para visitante se fazer acompanhar aquando dos Jogos de Pequim 2008.
Sim, salta logo à vista que é referente à Olimpíada do próximo ano já que os anéis
(olímpicos) não enganam, mas julgar que se trata de um estojo (onde o
turista poderia encontrar a bandeirinha do seu país, um guia turístico ou uma
camisola/camisa referente ao evento) é que é erro do tamanho da Muralha (da
China).
Melancias,
caros amigos.
Verdade. Aquilo
que realmente parecia uma caixa ou malinha de mão supostamente leve para turista
não andar carregado que nem burro pelas ruas da capital da China é nada mais
nada menos que uma melancia desprovida da sua forma aboborada e, pior, do
tradicionalíssimo verde da casca salpicado por manchas esbranquiçadas que
conjuntamente com o saboroso e refrescante vermelho do seu interior tanto
alimentam o ego republicano das gentes lusitanas quando abocanham uma fatia
do suculento fruto.
Intrigante,
não? Nem tanto.
Quanto à forma
das ditas apesar de estranha não é nada de outro mundo. Facilmente se consegue
levar o fruto a tomar essa forma se o obrigarmos a crescer dentro de um molde
com essa mesma forma que jamais é quadrada como a legenda da figura indica
(quadrado é figura geométrica em um só plano) e sim prismática quadrangular
vindo a propósito dizer que o cubo é o mais regular desses prismas cujas 6 faces
são quadrados. Esta obrigatoriedade de levar um fruto a crescer à vontade de
cada um faz-nos lembrar a célebre Aguardente de Pêra fabricada pela empresa do
ainda mais célebre
Licor Beirão, o licor de Portugal que atravessa fronteiras
desde os anos 50 do século passado. A citada aguardente celebrizou-se não tanto
pelo seu paladar (ao contrário do Licor) antes sim porque se apresentava em
garrafa de vidro, transparente note-se bem, com uma pêra no seu interior... era
a chamada aguardente de pêra com ela [aqui
exemplar de marca francesa]. De imediato, do Minho ao Algarve, dos
Açores à Madeira e talvez até nas Berlengas se instalou a maior das
interrogações: como era colocada a pêra dentro da garrafa?
Bom, como diria o
Jaquim Matôco, fosse a mente humana mais dedutiva e menos objectiva e a questão
nem era merecedora de discussão porque salta à vista ser impossível a pêra passar
pelo estreito gargalo. Então seria a garrafa a envolver a pêra... como tal
também não era possível por solidez quebradiça do vidro o mais lógico seria então que a pêra crescesse dentro de
uma garrafa de vidro, obrigatoriamente transparente para que a luz solar pudesse desenvolver a sua
função. E assim era e é: logo que a floração acontece na pereira cada uma das
flores é encaminhada e metida no interior das garrafas e estas penduradas nos ramos da
árvore... será como que uma árvore de garrafas. O fruto cresce e
assim amadurece dentro da garrafa, tornando-se agora impossível, em verdadeiro
paradoxo à interrogação inicial, tirá-lo cá para fora. Para obter o produto final
é só encher a
garrafa com aguardente (e talvez mais uns aditivos) e rotular.
Agora quanto à
cor, à ausência das tradicionais manchas verdes e brancas é que estamos cônscios
que já entrará a manipulação genética, prática cada vez mais usual no mundo de
hoje e alvo de enorme contestação, mas que não abordamos agora pela delicadeza
e, confessamos, pela falta de informação exacta. As bandeirinhas serão certamente gravadas
por técnica qualquer.
Já em recta final temos que concordar que as melancias
quadradas (cúbicas ou prismáticas, corrigimos) são realmente
interessantes, absolutamente de fácil arrumação evitando até que escorreguem ladeira
abaixo e até são bonitas, convenhamos, mas será que são realmente saborosas?
Pelo que lemos,
talvez
nem tanto.
E assim caros amigos, mesmo com a
sobrecarga das arreliadoras sementes parece-nos que as
melancias originais, suculentas de
babar os beiços, devem ser bem melhores e vamos nessa. Hoje mesmo após o almoço
a sobremesa será melancia, redondinha e brasileira, verde-rubra portuguesa com
certeza.
Por aqui não,
eheheh...
Desculpem lá a
brincadeirinha, não é para vos irritar é só para vos causar um pouquinho de
inveja. Vós até sabeis que não vos queremos mal. Por outro lado não deixamos de
tomar consciência que na realidade vivemos num mundo ao contrário, que deveria
ser colocado nos eixos.
Bom, mas deixemos para lá as tristezas e curtam aí os chapéus
de sol bem brasileiros na Praia de Ipanema no Rio de Janeiro
acompanhados da mais célebre das suas garotas.
Quem é amigo?
Diz-nos a
legenda da foto que a tartaruguinha é cabo-verdiana não sabendo nós se por viver
nas redondezas do Cabo Verde, o ponto mais ocidental do continente africano
situado no Senegal, se por ter o seu habitat natural nas águas que abraçam as 10
ilhas (9 habitadas) do Arquipélago de
Cabo Verde colonizado pelos lusitanos e que ficou
eternizado nos anais da História por no famoso
Tratado de Tordesilhas ter sido o
ponto de referência para o traçado do meridiano (370 léguas para oeste) que
dividiu o mundo quatrocentista em dois hemisférios no sentido vertical,
ocidental e oriental, o que veio a possibilitar mais tarde a implantação da
Língua Portuguesa por estas paragens onde nos encontramos.
Bom, seja
natural das ilhas ou pertença ao cabo, a verdade inquestionável é que a
tartaruga da nossa história tem origem africana e assim se torna, por óbvia
dedução, uma imigrante do continente negro tentando navegar em águas que não as
dela e sim sob jurisdição espanhola. O que nos confundiu, diga-se de
passagem, já que nuestros hermanos e toda a Europa com Portugal incluído
estão a tratar de fechar cada vez mais as portas à imigração e se vinda de
terras africanas, nem uma pequena fresta fica sem vigilância. Mais atentos, depressa a
confusão se evaporou ao lermos que o objectivo da presença das tartaruguinhas
é reiniciar a reprodução da espécie naquela zona, em Almeria. Ora cá está,
transparente como água, se em proveito próprio muito nosso pois que sejam bem
vindos, mas
estes e
estes outros?
Lamentando não termos notícia sobre o assunto fica para a posteridade a foto dos Índios Pataxós no encerramento dos IX Jogos Indígenas realizados em Olinda, Pernambuco.
Aqui uns SONS INDÍGENAS que temos no nosso esnips.
São Paulo, 3 de Dezembro de 2007
Filha
Por distracção
propositada na carta que enviei
anteriormente não
cantei os parabéns em honra dos teus 25 anos. Assim, guardei a tradicional
cantilena para esta que é totalmente dedicada a ti e que quero que ouças na
altura de apagar as velinhas [1, 2, 3...
clica aqui]. No entanto e paradoxalmente faltam-me agora
palavras para te dedicar. Aliás, como te disse ontem parece que a inspiração
anda um pouco arredia. Tudo corre nos conformes e julgo que nada fiz de mal às
ninfas, mas parece-me que elas resolveram mudar de poiso. Só espero que a birra
seja passageira e rogo então para que regressem já na próxima lufada.
Bom, assim
sendo, lá tenho eu de me socorrer das palavras do sempre jovem e actual
Origens, porque sei que gostas
e porque eu também gosto de recordar o momento mais belo na vida de um homem: o
nascimento de um filho, que a mim a Natureza brindou na forma de menina. Olha
filha, dá-lhe uma
leitura declamando e acredita que mais perto nos podemos considerar. Eu assim senti.
Mas tenho mais,
sabias? Curiosamente encontrei aqui em disquete há cinco anos empoeirada algo
que te dediquei e que novamente vem a propósito para
dar à menina que todo o pai não deixa de ver na sua filha.
Na despedida envio rosas para a filha mulher, rosas vermelhas de amor de pai que sabendo-te
enamorada te abençoa se as desejares partilhar.
Uma beijoca do tamanho do desejo que tenho em te abraçar.
(se outras tenho enaltecido, tenho agora o direito de cantar esta que ganhei mas que estou disposto a dividir harmoniosamente)
Ontem quando a
última badalada das dez horas ainda ecoava pela noite de S. Paulo uma loucura
repentina passou-me pela cabeça e resolvi acordar todo o mundo do outro lado do
Atlântico. Por lá, pelo meridiano de Greenwich, a esta mesma hora acontecia o
render do dia: o Domingo folgazão partia de malas aviadas e a dolorosa
Segunda-feira, 3 de Dezembro, fazia a sua aparição.
Embora sem
contrição, sou obrigado a concordar que coloquei o pessoal em sobressalto e
admito que ninguém gosta de ser acordado com o som estridente de uma campainha a
zunir nos ouvidos, mas afinal que culpa tenho eu que tivessem dividido o mundo
em fusos? Hora única, ora. Depois, nem eu iria imaginar que os hábitos tinham
mudado e que agora se deitavam com as galinhas ademais sabendo-se
antecipadamente que era chegada a hora de a menina aparecer, de olhar papá e
mamã e de dizer: eis-me bom dia.
Bom, confesso
que o que desejei foi ser o primeiro. Mesmo correndo o risco de ser acusado de
incoveniente ou de ter ultrapassado tudo e todos e mais os que se julgassem no
direito de estarem à frente na fila, a verdade é que já ninguém me pode
tirar a medalha de ouro por ter sido eu a dar o primeiro beijo à menina minha
filha acabada de chegar, tal como naquela manhã um pouco fria, e de felicitar a
mulher minha filha por mais um aniversário.
Ave filhex!
FASE DE GRUPOS
| GRUPO A | Suíça | Rep. Checa | Portugal | Turquia |
| GRUPO B | Áustria | Croácia | Alemanha | Polónia |
| GRUPO C | Holanda | Itália | Roménia | França |
| GRUPO D | Grécia | Suécia | Espanha | Rússia |
CRITÉRIOS DE DESEMPATE
1. Números de pontos nos jogos
entre as equipas empatadas
2. Diferença de golos nos jogos entre as equipas empatadas
3. Número de golos marcados nos jogos entre as equipas empatadas
4. Diferença de golos em todos os jogos
5. Número de golos marcados em todos os jogos
6. Coeficiente na qualificação
7. Fair-play
8. Sorteio
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As
horas a vermelho
referem-se à Hora Oficial Portuguesa (nos Açores menos uma hora)
As
horas a verde
referem-se à Hora Oficial Brasileira (mesmo horário
em São Paulo)
[a Hora Suíça está adiantada uma hora em relação à Hora de Lisboa]
FASE A ELIMINAR
Se no final dos 90 minutos regulamentares se registar um empate, haverá um prolongamento (prorrogação) de 30 minutos dividido em duas partes de 15 minutos cada. Se após este período compensatório o empate ainda persistir haverá então lugar à marcação de pontapés de grande penalidade: inicialmente uma série de cinco para cada equipa e, se porventura o empate teimar, marcação de grandes penalidades alternadas até uma das partes falhar e a outra concretizar.
O resultado de cada um dos desafios permite ligação à ficha de jogo
| quartos-de-final | meias-finais | |||
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| final | ||||
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ESPANHA CAMPEÃ EUROPEIA
As horas a vermelho referem-se à Hora Oficial Portuguesa (nos Açores menos uma hora)Belíssima que tanto encanta os nossos sentidos e que tão mal lhe pagamos.
As três imagens levam-nos a outras tantas apresentações de slides. A primeira retrata fenómeno óptico observado nos céus em noites escuras e que tantas vezes levam os (felizes) observadores a convencerem-se que estão perante algo do outro mundo, ou de outros mundos especificando melhor, os célebres OVNIs ou UFOs. Pouco conhecido pela maior parte dos habitantes terrenos o fenómeno toma o nome de Aurora Polar e se observado no hemisfério sul é austral e se no norte chama-se boreal. O PowerPoint que oferecemos refere-se excatamente a um acontecimento no Pólo Norte, a uma Aurora Boreal, portanto. Apesar da dita apresentação nos dar uma explicação do fenómeno, ela é superficial e em vias de tal deixamos aqui ligação a literatura mais aturada.
A segunda imagem não necessita de apresentação. Apesar de ser considerado catastrófico, um vulcão não retrata de maneira alguma a fúria da Mãe-Natureza, antes prova que o Planeta Terra está em constante movimento e transformação revelando-nos por outro lado pormenores que ajudam à compreensão da sua constituição e formação. Aplica-se aqui muito bem o velho provérbio árabe: se Maomé (o homem cientista) não vai à montanha (interior da Terra) vem a montanha (lava e outros componentes) até Maomé. Igualmente e para os interessados deixamos aqui ligação para aprofundar mais um pouco os seus conhecimentos.
Finalizamos em beleza com fotos maravilhosas e espectaculares e outros adjectivos que se queiram inventar para definir momento único que é sempre diferente e que tanta carga emocional transporta consigo: o Pôr-do-Sol.
(se realmente uma cobra tem pescoço)
Um
dia destes falámos-vos da
morte por electrocução de uma sucuri ou anaconda. Como
não pudemos precisar a medida nem o peso até dissemos que não devia ser nenhum
monstro, mas que devia ser bem pesada já que estava gorda que nem uma abóbora
devido a presa acabada de engolir.
Não colocando
em causa a honestidade dos amigos que vão divulgando, afinal vendem
conforme compram, sabemos nós no entanto que essas mensagens que circulam pela
internet através de e-mail, como a da anaconda, são por vezes manipuladas e o pobre do destinatário
final, cada um de nós, engole gato por lebre. Cremos que não teria sido o caso, visto que
conforme dissemos na altura já tivemos a sorte de assistir via televisão a mais
do que um programa científico sobre estes monstros sem patas que se sentem tão
bem em terrenos pantanosos e eles são realmente grandes e fortes, capazes de
feitos notáveis, embora não tanto como
os exageros das crenças apregoam, diga-se em abono da verdade.
Bom, mas esta
sucuri (ou anaconda, repetimos) que vos apresentamos aqui em destaque é bem
real, é brasileira e foi capturada no Estado do Paraná. Estava a descansar numa
casa abandonada. Tomem bem atento os estimados leitores que o bicho, ou bicha,
está vivinha da silva e que essa cabeça, não tão grande como isso, que está
segura pelas mãos de um homem comanda um corpo de 6 metros de comprimento e de
200 quilogramas de peso dividido pelo colo de 6 homens... 1 metro, e trinta e tal
quilos para cada um, exceptuando, claro, o homem que está às voltas com o
pescoço da dita, o que já não é pouco.
Registe-se que o belo exemplar foi capturado são e salvo e levado para Parque em Foz do Iguaçu e em remate informamos ainda que para observarem as fotos publicadas no portal UOL devem os estimados amigos clicar na imagem.