(o macaco ao serviço da linguística)
Saco Azul, tal como é conhecido por
terras lusas, não tem o mesmo significado por estas bandas.
Por aqui, esse arrecadamento à parte de uns dinheiritos públicos é chamado de Cofre–2 já que saco
é, pode ser, essa coisa aí bem notória caprichosamente nesta fotografia em cor
azul.
E por essa conotação (do saco) ser tão vasta é que no supermercado têm o cuidado de
não nos oferecerem
o saco
para trazer as compras e sim uma sacola. Mais saco ainda: quando alguém nos maça de modo a
levar-nos a perder a paciência está a encher-nos o saco... que saco,
diremos, e se por outro lado
alguém não se cansa de nos adular é porque nos está a puxar o saco, e ele (ou
ela) é o chamado
puxa-saco afinal o lambe-botas do outro lado da banheira atlântica. Curiosamente
temos cá em casa um
puxa-saco que um belo dia trouxemos de uma feira
de artesanato, contudo é na verdade um guarda-sacos e quem lhe puxa o saco somos nós.
Neves, AJ
| novembro 15, 2008 12:47 PM
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noooooossa irado vei ele vai fika roxo se chutarem kkkkkkkkk